TRIP: LAGOINHA DO LESTE

TRIP: LAGOINHA DO LESTE
15 de setembro de 2017 Eloise Alamini

Olá, vamos contar para vocês hoje sobre a aventura que fizemos em agosto/17, na Trilha da Lagoinha do Leste.

Nos programamos para passar o final de semana em Florianópolis. Chegamos no hostel, que fica na Lagoa da Conceição (abaixo indicaremos o contato) próximo as 23:00h. Nos acomodamos e fomos até a beira da lagoa achar algum lugar para comer. Decidimos por comer numa barraquinha de comida mexicana. Deliciosa. Ficamos por ali mais um pouco, por que sempre rola música, sempre movimentado.

No sábado fomos conhecer algumas praias, entre elas a maravilhosa Praia do Moçambique. Já durante a noite, saímos com uns amigos “manézinhos” e em seguida fomos dormir, por que sabíamos que o dia seguinte seria puxado.

Amanheceu, não tínhamos muitas informações sobre a trilha, só sabíamos que daria para chegar de 2 formas (depois descobrimos que eram 3). Lá fomos nós: “joga no GPS”, “pergunta aqui”, “segue reto toda vida”. E chegamos na praia da Armação (maravilhosa!). Deixamos o carro ali e seguimos a pé em direção a praia do Matadeiro (mais linda ainda).

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Depois de atravessarmos a praia, aí o negócio começou a ficar sério. Pois bem, a praia da Lagoinha do Leste fica localizada no sul de Florianópolis e existem 2 formas de chegar até ela: de barco ou caminhando. Porém, existem 3 caminhos: o mar, a trilha do Matadeiro ou a trilha do Pântano do Sul. Por ser de difícil acesso, a praia é bem preservada, meio selvagem, muito bonita e bem comum ver trilheiros e campistas por lá.
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No início da trilha do Matadeiro, encontramos um morador que nos mandou ter cuidado com as caranguejeiras e nos recomendou o retorno antes de escurecer.
Bom, botas na trilha, lá fomos nós. A trilha tem uma duração média de 3 horas, é toda costeando o morro e tendo à esquerda o mar, então o visual é muito bonito. O início, em torno de 25 minutos mais ou menos, é a parte mais difícil, pois é subida e possui algumas pedras grandes e escorregadias. O resto é “quase” de boa. Não há sinalização do meio pro final da trilha, mas o caminho é muito bem demarcado. Não tem como errar.

Depois de umas 3 horas caminhando, avistamos o cume do morro e, felizes da vida, achamos que havíamos chego onde queríamos, que era a pedra onde todo mundo que vai fotografa… ledo engano. Teríamos que descer, atravessar a praia e fazer outra subida (a pior).
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Dessa vez, subir o morro da coroa. O morro é muito inclinado, cerca de 220m e bem pedregoso. Boa parte da subida (de 1 hora) é feita escalaminhando. O visual é lindo, as fotos ficam lindas. Vale muito a pena. A descida do morro é igualmente perigosa, muita pedra solta, com trechos que compensa descer arrastando o bumbum no chão, pelo medo que dá.
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Na volta retornamos pelo Pântano do Sul, que é uma trilha mais curta, melhor estruturada, possui uns degraus de madeira, só que bem inclinada. Ou seja, as pernas tem de estarem boas, afinal, subir 2 morros em sequência mina qualquer um. Além do que, a única coisa que você vê aqui é mato. O percurso todo é em mata fechada. Por isso, não deixe escurecer pra retornar.

Terminada a trilha, tínhamos que voltar até o carro, como ele estava na Praia da Armação, para chegar até lá teríamos que, ou caminhar (mais 1 hora) ou pegar um ônibus (todas sujas, descabeladas, cansadas). Mas, para nossa sorte, na volta encontramos alguns pescadores que nos ofereceram carona. Ihuuu!!!
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Mas, você deve estar se perguntando: e o barco? Então, o barco pega ou leva você até a praia do Pântano do Sul e custa R$ 50,00 por pessoa. Caminhar é mais barato. Se quiserem alguma dica é só entrar em contato conosco via Instagram @asmeninasdosul.

Beijos.

Onde nos hospedamos:
Hostel Da Terra
Instagram: @daterrahostel
Fone: 48 998577616 – 33648774
Contato: Nicole

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